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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011










Maria Inês,
não sei ao certo quantos dias já passaram, não sei ao certo quantas vezes é que já passei por ti e sorri. no começo tornou-se tudo tão confuso, tão recente, depois de uma breve história. ainda me lembro cada vez que passava por ti e eras indistinguível da tua irmã e ficavam a olhar para mim e só me ocorriam questões. estas, desapareciam em breves instantes e só me voltava a lembrar destas questões quando voltavas a passar apressadamente por mim. claro, que agora me lembro todos os dias de ti, e cada vez que te vejo sorrir já não me ocorrem qualquer tipo de questões. tento tanto pouco para contar Maria, espero que o numero de letras vá aumentando, após cada dia que passa ♥

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Não vejo a hora da chegada da primavera.
Posso pegar no meu caderno e sentar-me no banco do meu jardim e escrever com o sol a aquecer a minha face, e o cheiro das flores, o chilrrear dos passarinhos e as minhas cadelas a saltarem porque querem mimos.
O meu caderno é mais feliz e completo na primavera.
Hoje peguei no caderno preto que guardo na minha gaveta a abri a janela do meu quarto e a varanda estava incompleta não tinha as plantas que costuma ter a preencher e o meu jardim era verde e castanhoo.
Na primavera há cor e calor a barulhos e não vento.

Ultimo lugar ionde passei férias



Portimão-Alagarve

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011